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Bem-vinda ao nosso blog!
Aqui, mamães muito diferentes mas com um único objetivo compartilham suas experiências nesta grande aventura que é a maternidade! Nós queremos, acima de tudo, ser mamães sábias, que edificam seus lares e vivem com toda plenitude o privilégio de sermos mães! Usamos muitos dos princípios ensinados pelo Nana Nenê - Gary Ezzo, assim como outros livros. Nosso objetivo é compartilhar o que aprendemos a fim de facilitar a vida das mamães! Fomos realmente abençoadas com livros (e cursos) e queremos passar isso para frente!


"Com sabedoria se constroi a casa, e com discernimento se consolida.
Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável"
Prov. 24:4,5
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sábado, 8 de maio de 2010

Orelhinha Furada

O que furar orelha tem a ver com o Nana Nenê? Nada, mas como passei por essa experiência recentemente e não encontrei as informações que precisava no Google, achei que seria interessante falar sobre isso. 


Quando estava grávida, imaginava que seria bacana levar os brinquinhos à maternidade e voltar para casa com estilo. Ledo engano. A má notícia para as mães paulistanas é que não se fura mais orelhas na maternidade. Não preciso dizer como fiquei frustrada com a notícia...e não é sem razão. Se já era complicado para aqueles sem-noção, freqüentadores de elevador, adivinhar o sexo do bebê mesmo ele estando de rosa e brincos, imagina sem eles!

Conclusão: recebi diversos cumprimentos sobre como era robusto e bonito meu rapazinho.

Em vista desses acontecimentos, resolvi que dentre as comemorações pelos três meses de vida da Gigi, estava furar a orelhinha. Imaginei que seria fácil. Estava errada. Liguei para praticamente todas as grandes redes de drogarias da capital, de Droga Raia até Onofre e descobri que ninguém faz o serviço. Contrariada, parti para as farmácias menores de bairro. Somente uma delas topou fazer o furo, mas não senti firmeza na mulher...desisti. Se há algo que eu aprendi a respeitar é a tal “intuição” de mãe.

Por fim, liguei para a maternidade onde a Gi nasceu e pedi uma indicação. Recomendaram-me uma enfermeira que trabalhava lá mesmo e fazia esse “bico”, indo até a residência da cliente.

Agendei com ela o trabalho e no dia e horário combinado ela estava aqui. Trouxe a maletinha da tortura com tudo que era necessário. Passou uma pomadinha anestésica na pequena e enquanto esperávamos que fizesse efeito ela afiou o brinquinho. Esterilizou com álcool as orelhas e marcou o local do furo. Aproveitou para me explicar onde deveria ser furado para que tudo ficasse simétrico. Quando chegou a hora enrolou ela na manta e...foi tão rápido!

A pergunta que você deve estar fazendo é...doeu? Bom, considerando que a Gi fez o maior escândalo só para ela passar o álcool, imagino que minha bebê não seja parâmetro. Sério, fiquei com vergonha. Parecia que estavam matando ela...e isso porque era só para fazer a marcação, nada de furo ainda. A verdade é que tão logo ela veio para meu colo a choradeira parou. Acho que o choro era mais pelo nervoso do que pela dor, porque meus braços são anestésicos. Sara tudo.

Gostei do serviço. A enfermeira foi super delicada, os furos ficaram perfeitos (bem no centrinho) e com a comodidade de não sair de casa. A desvantagem foi o preço: R$120,00 (cobravam R$30,00 na farmácia). Mesmo assim, achei que valeu a pena.

Ai de quem chamar minha princesa de menino a partir de agora!